terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Ananda

Ananda, menina, mulher
Ananda dos seios fartos e sorriso fácil
Melões, ama-de-leite, riso de luz
Ananda palhaça, sem graça
Chata



Menina lerda, dirpersa, no mundo da lua
Lua dos sonhos, das bruxas

Ananda que nasce, que cresce, que vive
Ananda que vive sonhando na lua
Seus sonhos de bruxa mulher
Magnífica



Ananda bordada, aquela que marcelo cantou
Ananda de flor, de rosas, de verde, de mato e riacho
Aquela que tá por aí, que vi por aí



Ananda pequena, dos pequenos dramas, das pequenas alegrias
Do pequeno coração que abraça o mundo


Não é Márcia, nem Flávia ou Kátia



Ananda, tire o pijama e deite na cama
Não sonhe, não dorme, a estrela pode esperar
Me beije, me abrace, faça de tudo por mim


Ananda malandra, pilantra, ladrona
Vestido bordado, no boteco, na praia, no ar
Moça que olha
Um tom de vermelho que guarda pra si este doce sabor

Ananda que ama, que gera paixões e guarda pra si o doce sabor


Ananda de Santos e eu rezo por todos os santos
Ananda que é chata, palhaça
Ananda de luz



Ananda que engana e se engana
Você não é nada, não é de nada, te vejo e nada
Ananda que não percebe que é um espelho
Você é um reflexo, vejo um refexo de tua mana
A imagem daquela que ama, que engana, que encanta, que canta


Ananda sacana, não chora, só ri e despreza
Ananda tristonha, de sampa, do ar, do mato, da lua
Aquela que vive, que fala, de quem não sei nada

Um comentário:

Leo - disse...

Ananda, isso poderia virar uma musica!
hehhehe

Abraços!